28 de abr. de 2010

1ª Vaga invasora - reforço

A primeira vaga de sobre-capas já foi reforçada em Sta Catarina, 3 novas mensagens, 9 novos livros: Design com Jeitinho; Vendo Massa Acrítica; Conto sem Ti

As fotos estão disponíveis na página ofícial no flickr!

27 de abr. de 2010

Typo para tipos fraquinhos

Completando a premissa lançada nesta pragmática tipográfica, compila-se neste Socialpragma exemplos plenos de exímia Typo, para tipos fraquinhos, como se constata na média do uso.

Puro estado da arte - Typo para Tipos fraquinhos

Lê-me bem a capa



À primeira vista compreendemos que o rosto de um livro é o convite para a leitura; tecnicamente é tão melhor quanto mais se destacar das restantes, e deve evocar uma atmosfera específica; a ideal para se folhear uma obra com toda a entrega predisposta pelo convite da capa.
Numa análise mais atenta, o utilizador é convidado a compreender toda a minúcia objectíva da narrativa pelos apontamentos e notas simbólicas que o designer oferece como o curador de uma suarée requintada.
Numa viagem desatenta por uma secção de destaques, compreendemos que por vezes os curadores serão os mesmos, mas que no entanto, pela massa e pelo volume, o convite de informal destreza é um grito de atenção desesperado, que conta, sem notas musicais em azáfama disfónica, todos os símbolos que provam que cada história é a ideal para uma leitura de praia, pobre em conteúdo e tipografia.

Para o comprador, o livro é a sua capa, sendo que para o leitor, a capa já contou uma má história.

Numa secção de destaques, lê-se só a capa.

Bonecada Miúda


Muitas Ilustrações são feitas com um propósito específico, outras são sínteses analíticas e críticas que as coadunam com um texto - narrativas gráficas singulares.

Outras há que são bonecada miúda.

O desenho procura uma representação visual de um objecto, em realidade aumentada, sendo que é filtrada pela percepção do indivíduo e representada pelo seu gesto; a marca de um movimento perpetuado pela sua visibilidade; no desenho é o gesto que marca o olhar independentemente do objecto referencial.
Na ilustração não.
O génio visível de uma ilustração é a representação em si mesma de um conceito abstracto que se forma pela linguagem gráfica de quem o cria, o que nos transporta directamente para o imaginário do autor e para o seu mundo comunicável. Uma possível abordagem seria considerar um almanaque de ilustração, ou uma compilação de objectos ilustrados, como uma edição de requinte na qual se privilegia o grafismo singular que traduz directamente a percepção e a comunicação do criador, no entanto esta denominação é tanto redutora como descabida. Em edições marcadas em Socialpragma, é privilegiada a fuga da intenção e legitimado o gesto ingénuo, deveras apto tecnicamente, que permite criar bonecada miúda que ilude o olhar comum com uma abordagem incomum a um conceito inexistente.

A forma livre e a despreocupação pelo conceito são ferramentas libertadoras para o criador, e servem propósitos genuínos aquando da sua criação estando aptas a ser o reflexo de si mesmas.

Formas livres e despreocupadas de conceito são ferramentas entorpecedoras para o criador e para o leitor, quando servem propósitos editoriais que compilam bonecada na forma de prodígio volumoso da ilustração contemporânea - miúdos que comem sortidos.

25 de abr. de 2010

1ª Vaga WIP

Segue-se um pequeno preview das primeiras intervenções



http://www.flickr.com/photos/socialpragma/sets/

Na mira do vírus

Book defacing in 3 days!
Fnac - St. Catarina


Ver mapa maior

Socialpragma click



Encontram-se já reúnidas as frentes de publicação online do projecto viral, falta apenas reuní-las em rede de links, e a par das primeiras intervenções surgirá a comunidade facebook!

Stay tuned!

1ª vaga de intervenções



A primeira vaga de intervenções já está criada e em breve Sta. Catarina já estará a dar cartas!

25 de fev. de 2010

SOCIALPRAGMA BOOK 101



O propósito do socialpragma pretende requalificar a percepção do espaço pelo
público trabalhando a reacção do mesmo e justificando o elemento surpresa não
apenas como um acontecimento mas como uma opinião em relação aos
conteúdos com os quais, numa sociedade à velocidade tecnológica, se cria
frequentemente apenas uma relação leviana.

Metodologicamente o processo difunde-se através de acções virais de publicação
utilizando capas falsas e sobrecapas de livros para subverter a mensagem individual do suporte ao qual se agrega,utilizando as noções de singularidade e recorrência ao invés das de estandardização e multi-suporte encontradas regularmente nos meios de
publicação massivos.

As intervenções decorrem na loja Fnac de Santa Catarina, Porto.

Blogue de base teórica: www.socialpragma.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/socialpragma/
Twitter: http://twitter.com/Socialpragma/